Quando os Gigantes Brigam, o Mercado Dança: Os Efeitos da Guerra Tarifária no Criptoativo

Autor : Arthur Assumpção Pessoa Desde que Donald Trump assumiu o cargo de 47º presidente dos Estados Unidos em janeiro de 2025, o mesmo tem marcado seu mandato com uma afronta à China e suas políticas econômicas.  O maior marco da disputa econômica entre os dois países que disputam a hegemonia econômica global, tem sido a guerra tarifária. O presidente dos Estados Unidos, primeiro anunciou uma série de tributos sobre a importação de produtos chineses, Leia mais…

A Influência da Inteligência Artificial nas Eleições: Uma Ameaça à Democracia? 

Autor: Arthur Alves Xavier Os riscos da manipulação do eleitorado por meio de ferramentas de IA e os desafios para a regulação do setor. Embora a inteligência artificial (IA) não tenha capacidade legal para votar, sua influência sobre o comportamento político do eleitorado tem se tornado uma preocupação crescente. Assistidas por algoritmos avançados, plataformas digitais e chatbots — como o Grok, da rede social X (antigo Twitter) — estão sendo utilizados para disseminar opiniões políticas, Leia mais…

Banco BRICS: Uma Alternativa de Financiamento para o Desenvolvimento dos Países Emergentes.

O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), amplamente conhecido como Banco BRICS, foi criado em 2014 pelos países membros do grupo BRICS (Brasil Rússia, Índia, China e África do Sul) como uma alternativa estratégica às instituições financeiras tradicionais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI). A criação do banco reflete o objetivo de reduzir a dependência de sistemas financeiros dominados pelas economias ocidentais e promover um modelo de financiamento mais inclusivo, adaptado às demandas específicas das nações emergentes.

O Banco Africano de Desenvolvimento consegue promover o crescimento sustentável na África através de investimentos em energia renovável?

Em 2011, o Banco Africano de Desenvolvimento criou o Fundo de Energia Sustentável para África (SEFA), uma iniciativa voltada para impulsionar investimentos do setor privado em energias renováveis e eficiência energética. Com o apoio inicial do governo da Dinamarca, o SEFA tem como objetivo promover o acesso universal a serviços de energia acessíveis e sustentáveis, em conformidade com o Novo Acordo sobre Energia para África e o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7 (ODS 7). Além da Dinamarca, países como Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Noruega, Espanha, Suécia e Alemanha também contribuíram para o fundo.